Com plenário cheio, encontro reuniu vereadores e secretários municipais
A Câmara de Pirassununga realizou, no início da noite desta segunda-feira (13), uma reunião com a presença de vereadores e secretários municipais para tratar da interdição do Pátio II, em Pirassununga.
Com plenário cheio, a reunião foi solicitada pelo vereador Vitor Naressi e teve a presença dos secretários Valdir Rosa (Meio Ambiente) e José Salvador Fusca Machado (Obras e Serviços).
“Com o embargo, a população fica sem saber o que fazer e é crescente nos bairros da nossa cidade a formação, por assim dizer, de novos lixões. A maioria da população gostaria de ter um local adequado nesse momento para disponibilizar esse material que a prefeitura sempre recolheu”, disse o vereador Vitor Naressi.
Convidado a participar da reunião, o gerente da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) de Mogi Guaçu, José Bezerra de Souza, justificou sua ausência alegando compromissos pessoais.
O secretário de Meio Ambiente, Valdir Rosa, disse que a prefeitura foi pega de surpresa com a decisão e lamentou a ausência de integrantes da Cetesb e da promotoria na reunião.
“É lamentável que a gente não tenha aqui a promotoria, que mandou lacrar os portões, e a Cetesb, que fez a fiscalização para a promotoria fechar. Esses dois órgãos são os órgãos que têm o poder a prerrogativa de mandar abrir”, disse.
Para o secretário, é impossível afirmar quando o local será reaberto. “A expectativa que nós temos está em cima do recurso [protocolado pela prefeitura na Cetesb]. Pode ser daqui quinze dias, um mês, dois meses ou não reabrir mais”, falou.
Sobre o lixo que está sendo descartado em diversas áreas da cidade após o fechamento do Pátio II, o secretário citou uma entrevista da promotora do meio ambiente, na qual ela afirma que compete a quem gera a destinação correta do lixo. “E isso está na lei. É que a gente não seguia a lei antigamente. Nós vamos ter que seguir agora. Quem gera vai ter que dar uma destinação”, falou.
Segundo Valdir Rosa, não é possível falar mais em “transferência de responsabilidade”. “Aquele pessoal que tem um excesso de material, que tem CNPJ, precisa dar destinação ao lixo deles. Não tem outro jeito. O fato de estar sempre de graça não quer dizer que vai se perpetuar. Serão novos tempos e nós vamos ter novos critérios”, disse.
Autoria - Imprensa/Câmara
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