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Sandra Vadalá cobra explicações da prefeitura após projeção de déficit de R$ 9,4 milhões em 2026

Vereadora encaminhou pedido de informações ao Executivo nesta semana

Publicado - 27 Maio 2026
Sandra Vadalá cobra explicações da prefeitura após projeção de déficit de R$ 9,4 milhões em 2026

A vereadora Sandra Vadalá (Pode) encaminhou nesta semana um pedido de informações ao Executivo após tomar conhecimento de um relatório técnico elaborado pelo setor de contabilidade que aponta a projeção de um déficit orçamentário de aproximadamente R$ 9,4 milhões para o exercício financeiro de 2026.
No documento encaminhado ao prefeito, Sandra solicita cópia integral do relatório contábil, além da memória de cálculo da projeção de gastos com a folha de pagamento. A vereadora também pede esclarecimentos sobre os fatores que contribuíram para a estimativa do déficit e quais medidas administrativas e financeiras estão sendo adotadas para conter despesas e manter o equilíbrio das contas públicas.
Entre os questionamentos apresentados pela vereadora estão ainda possíveis riscos ao pagamento da folha salarial dos servidores municipais, eventual comprometimento dos índices estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal e os impactos previstos nas contas públicas até o encerramento de 2026. Sandra também quer saber quais dotações orçamentárias poderão ser anuladas para suplementação de recursos e se existem outras projeções de déficit já identificadas pela administração municipal.
Durante pronunciamento na sessão ordinária da semana passada, a vereadora afirmou ter buscado informações diretamente no setor de contabilidade da prefeitura. “Se continuar nessa toada, nós não teremos condições de honrar a folha de pagamento, com um déficit previsto de R$ 9 milhões”, disse ela, ressaltando que os vereadores têm a responsabilidade de fiscalizar a situação financeira do município.
Como medida preventiva, a vereadora sugeriu ações para contenção de despesas, entre elas a redução do pagamento de horas extras. Na sessão desta semana, Sandra voltou a falar sobre o assunto. Segundo ela, o eventual comprometimento do índice prudencial poderá gerar consequências para a administração pública.
“Se nós ultrapassarmos o índice prudencial, muitas coisas são deixadas para o nosso município. Poderá haver demissões, não pode ser feito empréstimo, entre outras situações que não quero que aconteçam”, afirmou.

Autoria - Imprensa/Câmara

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