Após receberem denúncias de que há no município escolas com suspeita de vazamento de gás de cozinha, os vereadores Edson Sidinei Vick (Pros) e Luciana Batista (Pros) encaminharam um requerimento ao comandante do Posto de Bombeiros de Pirassununga, André Giuliano Risso Bovolon, solicitando uma vistoria em todas as unidades de ensino da rede municipal.
No documento, os vereadores informam que a administração municipal, apesar de ter sido alertada pela direção das unidades sobre o problema, nada fez até o momento. “E, em breve, com a volta às aulas, a manutenção e a fiscalização ficam mais difíceis”, registraram.
Na sessão ordinária desta semana, Vick falou sobre o assunto. “É uma situação gravíssima, que pode contribuir inclusive com a ocorrência de acidentes envolvendo todos aqueles que frequentam as escolas. Há a necessidade de uma vistoria e que seja observada, inclusive, uma lei de minha autoria sancionada em 1995, que obriga todos os órgãos municipais a manterem em suas instalações detectores de vazamento de gás nos locais onde há risco”, disse.
Rodoviária – Em outro requerimento, desta vez para o secretário municipal de Segurança Pública, Paulo André Silva Tannús, e para comandante da Guarda Civil Municipal, Anderson Dorival Rossi, os vereadores pediram a presença permanente de um guarda civil municipal na estação rodoviária da cidade.
Segundo eles, no dia 16 deste mês, uma gestante foi vítima de uma tentativa de estupro no banheiro do local. “E ela só não foi violentada porque começou a gritar, e as pessoas que trabalham ali a socorreram a tempo”, disse Luciana.
Pedidos de informação – Além dos requerimentos, os vereadores encaminharam nesta semana três pedidos de informação ao Executivo. Em um deles, Vick e Luciana questionam se foi realizada licitação para a compra de câmeras de vigilância para a Central de Ambulâncias e para o pátio da secretaria de Obras.
Em outro, os vereadores querem saber por que havia uma viatura da Guarda Civil Municipal dentro da Academia da Força Aérea no dia 7 deste mês.
De acordo com eles, o questionamento se justifica em razão das frequentes reclamações de falta de policiamento nos bairros. “Além disso, no último dia 20 de junho, Dia de Corpus Christi, não havia viaturas disponíveis para acompanhar a procissão religiosa da Comunidade São Francisco de Assis”, relataram.
No terceiro pedido de informações, os vereadores perguntam se uma casa localizada na rua José Parisi, na Vila Santa Terezinha, que funciona hoje como Casa de Abrigo, possui algum convênio com a municipalidade.
Eles justificam a indagação: “Os vizinhos reclamam que, constantemente, há crianças e adolescentes na rua, sem a presença de um monitor por perto, e que alguns deles costumam atirar pedras nas casas vizinhas e fazer barulho na parte da noite”.
Autoria - Imprensa/Câmara
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